quarta-feira, 25 de agosto de 2010

O Passado ja é Perdido

Você já viveu o que tinha pra viver? Coisas nos fazem pensar nos atos que temos no decorrer do dia, do mês... E digo para que faça tudo hoje, pois o amanhã é incerto, querendo ou não é assim; e se hoje você está aqui, amanhã pode simplesmente não estar, e sua conciência vem te pertubar, o arrependimento vai amar te julgar, e enquanto você se importa demais, vai aprender que outras pessoas simplesmente não se importam como você está, ou como vai ficar, você vai chorar e se desesperar por não ter feito o que queria fazer, vai tremer de medo ao perceber que isto não foi um pesadelo e na sua realidade você viver no arrependimento. O tempo não volta, o passado ainda é inimigo, e as lembranças são transformadas em simples saudades... Vive sem medo de viver, pois a vida é pra ser vivida, e se concederam-na, aproveite, pois o amanhã pode ser tarde demais.

Ninguém é uma ilha

“Nenhum homem é uma ilha, completa em si mesma. Todo homem é um pedaço de continente, uma parte da terra firme. Se um torrão de terra for levado pelo mar, toda a Europa fica menor – porque perdeu um pouco de si mesma. Por isso, o assassinato de qualquer homem me diminui, já que sou parte da humanidade”.

“Ninguém passa por sacrifícios suficientes para chegar ao céu sem antes passar por momentos duros. A dificuldade da vida pode ser um tesouro por sua natureza, mas só pode ser usada como moeda corrente se servir para ajudar os outros”.

“Alguém pode estar agonizando neste momento, e todo o seu sofrimento jazer inútil aos pés de sua cama. Pois todos os momentos difíceis que este homem passou não serviram de exemplo para ninguém”.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Os dois lados

Os dois lados



Um guerreiro não anda com quem lhe quer fazer mal. E tampouco é visto em companhia daqueles que lhe desejam “consolar”.
Evita quem só está ao seu lado em caso de derrota. Estes falsos amigos  querem  provar que a fraqueza compensa. Sempre trazem más notícias. Sempre tentam destruir a confiança do guerreiro – sob o manto da “solidariedade”.
Quando o vêem ferido, desmancham-se em lágrimas, mas – no fundo do coração – estão contentes porque o guerreiro perdeu uma batalha. Não entendem que isto é parte do combate.
Os verdadeiros companheiros de um guerreiro estão ao seu lado em todos os momentos, nas horas difíceis e nas horas fáceis

sábado, 7 de agosto de 2010

ERROS E ACERTOS DA VIDA





Os erros cometidos
Os acertos vividos de todos os dias, nunca serão esquecidos
Os acertos são muitos
Os erros também
Mas o que se fica é o que se aprende também
Com os acertos somos felizes
Com os erros aprendizes
Mas na vida entre acertos e erros, somos felizes.
Conhecer-te foi um acerto
Perder-te foi meu erro
Mas com certeza isso pode dizer:
Cresci e aprendi
Que entre acertos e erros escolhi e vivi...

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

A velhice e a morte


A velhice e a morte

Quando ficamos velhos, e estamos perto da morte, passamos a acreditar em qualquer coisa. Podemos durar mais cinco, dez, vinte anos – entretanto, com esta idade a gente termina entendendo que vai morrer.
Para os mais jovens, a morte é uma ideia remota, que pode acontecer um dia. Para os velhos, é algo que pode vir amanhã. Por isso, muitos velhos passam o tempo que lhes sobra olhando apenas numa direção: o passado.
Não é que gostem muito das lembranças; mas sabem que ali não vão encontrar o que temem.
Poucos velhos olham para o futuro, e quando fazem isso, descobrem o que o futuro realmente lhes reserva: a morte.

domingo, 1 de agosto de 2010

Miragem de Verão

Miragem de Verão

Se a vida fosse um relógio, eu estaria sob os ponteiros do meio-dia:
— Vivo um sonho sem sombras.
Sempre achamos que já vivemos de tudo. Tem horas que até nos sentimos velhos… Como se nada de novo fosse jamais acontecer. Leda fantasia. A vida é curta demais para fazermos tudo o que é possível ser feito… E também pudera não ser! Há quase infinitas possibilidades. Arranjos talvez nunca imaginados de destinos.
Então o tempo passa e nos revela as conseqüências de nossas decisões — de nossos atos.
O segredo da vida é não lamentar. O tempo não existe. Não agora. Não para mim.
Eu sei que foi utilizada a palavra “agora” e que “agora” remete ao tempo, renegando o que foi dito anteriormente. Mas ainda assim. É que o “agora”, além de agora, é o amanhã, o hoje. Já foi décadas atrás. E será nosso porvir.
O agora é o tempo todo. E está em todo lugar.
Por isso a existência do tempo é pouco provável. Acordaremos apenas quando abrirmos nossos olhos — e então o tempo voltará a estender-se?
Daí em diante abriríamos mão de todas as regras e viveríamos simplesmente para viver. Livres! De uma vez por todas e sem retorno. Envelheceríamos bem antes da idade. O que não é de todo ruim.
Depois relembraríamos sob a luz dourada do Sol que liberdade é ilusão. Queremos a liberdade pela liberdade e através de cada circunstância particular. Ora, a nossa liberdade depende da liberdade dos outros, que, por sua vez, depende da nossa.
A liberdade é o tempo todo. E está em todo lugar.
Por isso a existência de liberdade é pouco provável. Ilusões não existem nem são passíveis de existência — quando acolá de nosso intelecto imaginário, claro. Uma lembrança intensa, por exemplo, de um cheiro da infância, seria ela real? Ou sonhos delirantes com entes queridos já falecidos… Estariam eles realmente mortos, quando vivos dentro de nós?
No fundo, o tempo é isso. Ilusão. Por mais que a noite continue dando lugar ao dia. No fundo, a liberdade é isso. Ilusão. Por mais que todas as estrelas continuem nascendo no Leste. É tudo ilusão.